sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Fim de semana.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Gosto é gosto, emo é emo e uai é uai, uai.
Todos os movimentos musicais de todos os tempos no Brasil são 94% muito ruins e apenas 6% é bom. Do lado ruim da força, 4% dão certo. Do lado bom, apenas 1%. Fácil entender: A música no Brasil é (ou era até pouquíssimo tempo) por empresários e não por artistas (e mesmo tendo um artista no ministério da cultura, aconteceu o que de bom?).
Desse 1% de coisas boas que vingam, resolvi falar de alguns que eu considero os salvadores da pátria. Quase no fim do Indie e do Emo, que pra mim dá quase no mesmo, alguns artistas sobreviveram e continuam (ou não) apresentando trabalhos dignos de durar muito tempo e atingir públicos muito maiores. São eles:

Som da Rua: Até Guilherme Arantes ficava bom quando tocado por eles. A melhor banda do Rio desde que me mudei pra lá teve o seu fim decretado por uma fatalidade automotiva. Eu acredito que hoje a banda seria uma das maiores do Brasil. Ficou um gostinho de quero mais.

Eu tinha que esperar a galera do Móveis Coloniais de Acajú sairem de dentro do estúdio Pam em Brasília para pode ensaiar e isso era demorado. Achava que Menina Moça jamais vingaria e virei fã dez anos depois. É uma das maiores, sem dúvida nenhuma.
Jay Vaquer: Eu vi as filmagens do seu novo DVD e acho difícil que Jay Vaquer não volte a ocupar um lugar cativo na MTV e nas rádios do Brasil. Talvez seja o único artista da nova geração que contesta alguma coisa neste país de acomodados.




R. Sigma: a banda mais querida do Rio e em breve do Brasil já está com turnê, disco pronto, publicidade rolando e milhares de fãs na internet. Agora, é só uma questão de tempo pro NX Zero entender como é que se faz música de verdade com cortes de cabelos “bonitinhos”, digamos assim.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Irritado.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Les Paul

Só existiram quatro Beatles no Mundo. Apenas um Elvis e nada mais. Apenas um ser humano no planeta inteiro pode ser o Alexandre Pires (tá, ainda bem). Apenas um homem foi Lester William Polfus, mais conhecido como Les Paul.
O gênio partiu no último dia 13 de agosto deixando para nós a primeira guitarra de corpo sólido do planeta. De acordo com a própria Gibson, Les Paul queria um instrumento que não contasse com a reverberação da madeira e captasse apenas a vibração das cordas.
O que pouca gente sabe, é que o homem é o único que está no Halls da fama do Grammy, do Rock, dos artistas de tv dos EUA e no no Hall of Fame of the Inventors. Este último, ao lado de Thomas Alva Edisson e de Tesla, entre outros.
Tendo, aos 13 anos, inventado a sua própria máquina de gravação revolucionou a maneira como gravamos nossas músicas até hoje.
Em 1948. Les Paul sofreu um acidente (algumas fontes dizem carro, outras avião) e convenceu o médico que o engessou a fazer isso com o braço na posição de tocar guitarra. Os médicos acreditavam que ele nunca mais tocaria outra vez. Ao se recuperar, Les Paul ainda ganhou Grammys, discos de ouro e nunca mais parou.
Voltando ao início do assunto, apenas dois homens no mundo criaram guitarras de verdade. Les Paul e Leo Fender. Os outros todos correm atrás. Ou você ainda acredita que Ibanez é guitarra de verdade? Ó, coitado!
Flávio Petit nunca teve uma Les Paul de verdade. Os usuários de Ibanez que quiserem xingá-lo podem fazer isso pelo www.twitter.com/flaviopetit
Agradecimentos ao Maurício pelas informações adcionais.